Nu milionário: veja o valor que as panicats recebiam por ensaios sensuais
Ex-assistentes de palco do “Pânico” revelaram cachês que chegaram a centenas de milhares de reais em revistas masculinas.
As antigas panicats voltaram a chamar atenção após revelarem os valores milionários que receberam para posar nu em revistas masculinas no auge da fama. Durante participação no programa O Povo Quer Saber, do Canal UOL, Lizi Benites, Carol Narizinho e Aline Mineiro abriram o jogo sobre os cachês, os bastidores dos ensaios e os arrependimentos que carregam atualmente.
Na época em que integravam o elenco do “Pânico”, as assistentes de palco viviam uma rotina de superexposição e eram constantemente procuradas por revistas sensuais. Algumas propostas, segundo elas, chegaram a mudar de vida.
A ex-panicat contou que aceitou posar nua apenas pelo dinheiro. Lizi Benites revelou que recebeu cerca de R$ 80 mil para um ensaio da revista Sexy, valor considerado alto para a época.
Segundo ela, o cachê foi usado para realizar o sonho de comprar um carro modelo C3. Apesar disso, hoje a influenciadora afirma que se arrepende da decisão.
“Se tem uma coisa que eu me arrependo é ter feito isso.” — Lizi Benites.
Atualmente ligada à igreja evangélica, Lizi contou que sofreu emocionalmente durante o período dos ensaios.
“Eu lembro no dia das fotos que eu pensava: deixa eu pensar só no dinheiro.” — Lizi Benites.
O cachê de Carol Narizinho foi ainda maior. A influenciadora revelou ter recebido R$ 200 mil para posar para a revista Playboy durante o auge das publicações masculinas no Brasil.
Segundo ela, o valor foi usado para comprar uma BMW. Carol explicou ainda que o pagamento elevado aconteceu após ela e outra colega recusarem inicialmente uma proposta envolvendo um ensaio conjunto.
“Eles pagaram 200 mil para cada uma.” — Carol Narizinho.
Diferente de Lizi, Carol afirmou que, naquele período, enxergava o trabalho como algo artístico. Mesmo assim, disse que hoje não repetiria a experiência.
Aline Mineiro contou que encontrou outra forma de lucrar com conteúdo adulto. Após o fim da era das revistas impressas, a influenciadora decidiu investir em plataformas adultas online.
Segundo ela, a mudança aconteceu porque os cachês fixos das revistas deixaram de existir e os contratos passaram a oferecer apenas porcentagens sobre vendas.
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Anos depois, já fora do “Pânico” e também após participação em “A Fazenda”, Aline abriu conta no OnlyFans e definiu uma meta financeira.
“Quando eu bater 1 milhão, eu saio.” — Aline Mineiro.
A influenciadora revelou que ultrapassou a marca milionária em menos de um ano na plataforma.
Durante o programa, as três ex-panicats comentaram como a exposição do corpo era quase inevitável para mulheres que participavam do universo televisivo da época.
Os ensaios sensuais marcaram uma geração da TV brasileira. Nos anos 2000, revistas como Playboy e Sexy disputavam celebridades e assistentes de palco conhecidas do público para capas milionárias.
Hoje, porém, muitas dessas figuras afirmam enxergar aquele período de forma diferente, principalmente diante das mudanças na internet, nas redes sociais e na relação do público com conteúdo sensual.
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