PF realiza operação contra acusados de vazar dados de ministros do STF
Nova fase da Exfil cumpre 1 mandado de prisão e 6 de busca e apreensão; alvos são acusados de acessar ilegalmente os sistemas da Receita Federal e vender as informações privadas de ministros.
A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira (1°) a segunda fase da Operação Exfil, deflagrada para apurar acessos ilegais de informações fiscais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus parentes.
De acordo com a corporação, foram cumpridos um mandado de prisão e seis de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo. As medidas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
A PF informou ainda que os alvos são acusados de acessar ilegalmente os sistemas da Receita Federal e vender as informações privadas de ministros.
A primeira fase da operação foi realizada em fevereiro deste ano e teve como alvo funcionários públicos lotados na Receita e auditores do órgão.
Por determinação de Moraes, os servidores investigados cumprem diversas medidas cautelares, como monitoramento por tornozeleira eletrônica, afastamento do exercício de função pública, cancelamento de passaportes e a proibição de saída do país.
Paula Ellen Neves da Silva, de 24 anos, foi presa após assumir que matou e decapitou o companheiro dentro do apartamento onde vivia com os filhos. Depois do crime, ela enviou fotos e vídeos aos familiares e alegou ter reagido a um suposto assédio contra uma das crianças.
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